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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Motorista morre após carro bater de frente em caminhão em Seberí, RS

Djonis Feliciano dos Santos, 24 anos, natural de Seberi, morreu na hora com o forte impacto da colisão.
Acidente foi na BR-386 em Seberí, segundo a Polícia Rodoviária Federal.

Colisão entre carro e caminhão matou motorista em Seberi (RS) (Foto: PRF/Divulgação) 

Colisão entre carro e caminhão matou motorista em Seberí (RS) 

(Foto: PRF/Divulgação)

Djonis Feliciano dos Santos, 24 anos, natural de Seberi, morreu após bater o carro que dirigia contra um caminhão na BR-386 em Seberí, na Região Norte do Rio Grande do Sul. O acidente, segundo a Polícia Rodoviária Federal, ocorreu por volta das 20h40 de segunda-feira (2) no km 51 da rodovia.
A vítima conduzia um Gol e morreu na hora com o forte impacto da colisão. O carro ficou destruído. O caminhão teve a frente danificada, mas o motorista não sofreu ferimentos.


G1 RS 

Itaipu prepara voo de estreia do primeiro avião elétrico brasileiro

Protótipo da aeronave tripulada está sendo desenvolvido na usina.
Ideia é aproveitar conhecimento para outros projetos de veículos elétricos.

Avião elétrico Itaipu (Foto: Fabiula Wurmeister / G1) 
 
Projeto do primeiro avião elétrico tripulado brasileiro terá investimentos de R$ 1 milhão 
 
(Foto: Fabiula Wurmeister/G1)
 
 
O primeiro avião elétrico tripulado do Brasil deve fazer seu voo experimental de estreia entre outubro e novembro de 2014, preveem os especialistas do Projeto Veículo Elétrico (VE) desenvolvido pela hidrelétrica de Itaipu. Quando estiver pronta, a aeronave pesará 650 kg e terá autonomia de uma hora de voo – o equivalente a 200 km, com velocidade máxima de 340 km/h. No total, será investido R$ 1 milhão nas pesquisas.
O protótipo, com capacidade para duas pessoas, chegou ao Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, no dia 22 de agosto.

O desenvolvimento do projeto é em parceria com a ACS Aviation, de São José dos Campos (SP), e inclui a adaptação do modelo monomotor ACS 100 Sora a combustão para a versão elétrica, além da troca de conhecimento em tecnologia de materiais mais leves e resistentes – uma das soluções encontradas na aeronáutica para a necessidade de se reduzir peso sem perder resistência. Estão sendo desenvolvidos ainda estudos para a otimização das baterias.
“Em um veículo elétrico, seja ele um triciclo, um automóvel de passeio ou um caminhão, o peso é determinante, da mesma forma que a densidade energética das baterias”, afirma o coordenador brasileiro do Projeto VE, Celso Novais.
Ao mesmo tempo, observa o engenheiro, há também outras necessidades como estações de recarga e a busca por soluções para as baterias terem uma vida útil mais longa. “Como trabalhamos com tecnologias novas, às vezes precisamos projetar desde um parafuso até estruturas maiores, como um depósito de energia. Por isso, mais do que desenvolver os veículos elétricos, a proposta é identificar possíveis fornecedores brasileiros destes insumos e repassar a eles este conhecimento”, explicou Novais.

Avião elétrico Itaipu; Alexandre Zaramella (Foto: Fabiula Wurmeister / G1)
 
 
Zaramella prevê que modelo terá apelo comercial quando tiver maior autonomia 
 
(Foto: Fabiula Wurmeister/G1)
 
 
Modelo
 
Com quase 90% concluído, o modelo elétrico batizado de Sora-e vai carregar um motor elétrico duplo, fabricado na Eslovênia,  com potência máxima de 140 kW, e um conjunto com seis packs de baterias.
A estrutura é feita com fibra de carbono, e o painel terá tela com tecnologia touch screen. “Toda a parte estrutural está pronta, e o motor, instalado. Faltam as baterias e a hélice, que virá dos Estados Unidos, fabricada especialmente para o modelo”, disse o presidente da ACS, Alexandre Zaramella.
“A dificuldade neste projeto é que estamos desenvolvendo algo totalmente novo na área da aeronáutica. No futuro, todo esse trabalho, o histórico, as anotações técnicas, servirão como base para a certificação de outros veículos aéreos elétricos”, afirmou ao reforçar que o modelo ainda não tem apelo comercial por causa da baixa autonomia.
“Acreditamos que com o desenvolvimento da tecnologia das baterias, no prazo entre cinco e dez anos, teremos um modelo que atenda as necessidades do mercado, da mesma maneira que estamos vendo na indústria automobilística”, completou Zaramella.

Desenvolvimento
 
Iniciado em 1996, o Projeto VE de Itaipu tem entre os modelos já desenvolvidos carros de passeio, caminhão, micro-ônibus e patinetes. Estão em andamento projetos de ônibus híbrido etanol e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
"Desde o primeiro veículo que fabricamos aqui, a tecnologia foi passando de um para o outro, sempre com o propósito de  gerarmos mobilidade elétrica, já que o Brasil é um país privilegiado na sua matriz energética, em grande parte renovável e limpa. Além do acesso ao combustível, neste caso a energia elétrica, outra vantagem é a emissão zero de gases poluentes", afirmou o coordenador do projeto.
projeto veículo elétrico itaipu; foz do iguaçu; paraná (Foto: Fabiula Wurmeister) 
 
Projeto Veículo Elétrico é desenvolvido pela hidrelétrica de Itaipu desde 1996 
 
(Foto: Fabiula Wurmeister)
 
 
G1 PR 

Últimas imagens mostram conversa de tripulantes de avião antes da queda



Um vídeo feito por um passageiro do avião que caiu em Curitiba no sábado (30) mostra o piloto Cléber Luciano Gomes e o empresário Silvio Roberto Romanelli horas antes do acidente conversando dentro do aeronave. O registro foi feito pelo empresário Reginaldo Frez, de Maringá, no norte do estado, enquanto a aeronave espera a autorização para decolar e durante a viagem de Maringá para Curitiba - onde Frez e o vendedor Eládio Silvestre participariam de um Campeonato Paranaense de Sinuca. Este era o segundo voo realizado pela aeronave no sábado, após ir de Londrina para Maringá pela manhã. Cléber Luciano Gomes e Silvio Roberto Romanelli. morreram horas depois no terceiro voo feito pela aeronave, que saiu de Curitiba para Londrina. O avião caiu logo após decolar do Aeroporto do Bacacheri.

Os trechos mostram Romanelli e os passageiros brincando sobre o espaço do avião e também sobre a idade da aeronave. “Agora vocês veem como é andar nesse avião”, fala Silvio Romanelli para os dois passageiros que estão no banco de trás do monomotor. “É bem espaçoso”, acrescenta o empresário. Em seguida um dos passageiros pergunta para o piloto Gomes sobre a idade do avião. “Que ano é esse avião aqui? É de setenta e alguma coisa”, diz o piloto.

O empresário Reginaldo Frez contou ainda que durante o voo os quatros brincaram sobre um possível problema no avião. “Eu perguntei para o Cleber ‘E se acontecer alguma coisa?’, ele me disse que o avião poderia plainar e logo depois aterrissar em qualquer lugar. Quando chegamos próximo a Curitiba ele [piloto] disse que somente naquele lugar não poderia aterrissar”, diz o empresário.

Entenda o acidente

O monomotor modelo Cessna 177 caiu no bairro Bacacheri, em Curitiba, por volta das 13h30 do sábado. A aeronave que era de Londrina, no norte do Paraná, levava quatro ocupantes – três morreram. O avião decolou no Aeroporto do Bacacheri e atingiu uma casa logo em seguida. Segundo o dono da aeronave, Marcelo Montezuma, o avião tinha feito duas viagens antes de cair na capital paranaense. Pela manhã, a aeronave viajou de Londrina para Maringá e, em seguida, de Maringá foi para Curitiba.

O avião não tinha caixa preta e o Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai analisar o motor e algumas peças da aeronave. Os peritos da aeronáutica trabalham com as hipóteses de o motor ter tido algum problema ou de falha humana.
 
O vendedor Eládio Silvestre, que também pegou carona com o piloto Cleber Gomes de Maringá para Curitiba, disse que a viagem foi tranquila e, em nenhum momento, a aeronave apresentou qualquer problema. “Nós confiávamos no Cléber, ele era um piloto experiente. Só deu um pouquinho de medo na descida porque não tínhamos experiência com avião pequeno. Viajamos até Curitiba e não sentimos nenhum balanço”, lembra Silvestre.

Tanto Silvestre quanto Frez ficaram sabendo do acidente por um dos participantes do Campeonato Paranaense de Sinuca que morava há uma quadra do local onde o avião caiu.


G1 PR

Motorista embriagado atropela e mata mulher em ponto de ônibus

Homem que também estava no local foi atingido e sofreu lesões graves.
Em Indaial, adolescente de 16 anos foi atropelada e morreu nesta terça.

Um motorista embriagado atropelou duas pessoas em um ponto de ônibus coletivo em Ascurra,  no Vale do Itajaí. O fato ocorreu na noite de segunda-feira (1º) e uma mulher morreu. Já em Indaial, na mesma região, houve outro atropelamento que resultou na morte de uma adolescente de 16 anos.

Ponto de ônibus ficou destruído (Foto: PRF SC/Divulgação) 
 
Ponto de ônibus ficou destruído 
 
(Foto: PRF/Divulgação)
 
 
O atropelamento em Ascurra ocorreu por volta das 21h40 no km 91,6 da BR-470. Uma mulher de 58 anos e um homem de 44 esperavam pelo ônibus quando foram atingidos por um automóvel Strada com placas de Ibirama, também Vale do Itajaí, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
 
Motorista foi preso em flagrante e levado para delegacia (Foto: PRF SC/Divulgação)
 
Motorista foi preso em flagrante e levado para
delegacia 
 
(Foto: PRF/Divulgação)
 
 
De acordo com os Bombeiros Voluntários de Ascurra, que também atenderam a ocorrência, o motorista chegou a parar para prestar socorro, mas tinha suspeita de embriaguez. A mulher, Annelise Ferreira, morreu no local. O homem teve ferimentos graves, conforme a PRF, e foi levado ao Hospital Beatriz Ramos, em Indaial. 
O condutor, de 37 anos, teve lesões leves, segundo os bombeiros. Ele foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Polícia de Rodeio.

Adolescente atropelada
 
Também na BR-470, mas no km 67, em Indaial, uma adolescente de 16 anos foi atropelada. O acidente aconteceu por volta das 6h20 desta terça (2). Karoline dos Santos morreu no local e o condutor fugiu sem prestar socorro. A PRF informou que o automóvel e o respectivo motorista envolvidos não foram identificados. 


G1 SC

Pais de quadrigêmeas vivem em casa improvisada de dois cômodos em MS

No imóvel de madeira e lona, também moram outras quatro filhas do casal.
Pré-natal previa dois fetos, outros dois foram descobertos no parto normal.

Casa de madeira e lona, onde mora família (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS) 
 
Casa de madeira e lona, onde mora família 
 
(Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
 
 
Depois de descobrir, durante o parto normal, que estava grávida de quadrigêmeas  em Campo Grande, a indígena Denir Campos, de 37 anos, voltou para casa com o marido Odair Cândido, de 32 anos, na segunda-feira (1º), pela primeira vez depois do nascimento das meninas, que ocorreu na última quinta-feira (28).

Banheiro da casa (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
 
Banheiro da casa 
 
(Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
 
 
O casal mora em casa de chão batido, que tem paredes de madeira e telhados de lona, com quatro dos outros sete filhos, de 4, 7, 10 e 12 anos, em um assentamento às margens da BR-262. O imóvel de apenas dois cômodos já era pequeno para a família antes da chegada das quadrigêmeas. Por isso, a preocupação do casal agora é encontrar uma solução para acomodar as novas integrantes recém-nascidas.
"Espaço, não temos, porque a gente esperava só dois bebês, mas vamos dar um jeito, se Deus quiser", explicou Odair. Ele trabalha como diarista em uma fazenda da região e diz que o salário depende da demanda de trabalho no mês. Denir é dona de casa e cuida das filhas. O casal agora conta com a ajuda de desconhecidos, que se comoveram com a história e estão doando roupas, fraldas e alimentos para os bebês e a família.
Com ligações improvisadas de água, esgoto e energia elétrica, a casa é dividida em dois espaços: sala e cozinha, no mesmo local, e quarto, com duas camas de casal e um pequeno guarda-roupas. Uma televisão de 14 polegadas, um ventilador e um fogão elétrico são os únicos aparelhos eletrodomésticos da família.
O banheiro, que fica do lado de fora do imóvel, também é improvisado com tábuas e o banho depende de baldes de água, já que não existe chuveiro no local. A família se mudou para o local há cerca de um ano, quando saiu da fazenda onde Odair trabalhava.

Única janela da casa de dois cômodos (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
 
 
Única janela da casa de dois cômodos
 
(Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
 
 
Surpresa

 
O casal acreditava que a gravidez era de apenas dois bebês, conforme apontado pelo único exame de ultrassom feito durante o pré-natal. "Não sei como eles [médicos] não viram isso antes, no exame", reflete Denir.
As quadrigêmeas idênticas nasceram de 31 semanas, de parto normal. Três delas estão internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da maternidade Cândido Mariano, na capital de Mato Grosso do Sul, enquanto a quarta menina foi transferida para o Hospital Regional (HR). Os pais visitaram os recém-nascidos pela primeira vez no domingo, 31. 
Ela diz que a maior preocupação no momento é que as meninas recebam alta do hospital. "Quero que elas saiam logo para eu poder ficar aqui, cuidando delas e das outras quatro meninas que já temos", explicou.
O enxoval dos bebês é pequeno e não havia sido comprado ainda porque, segundo Denir, ainda faltavam dois meses para o nascimento das meninas. "Nasceram de sete meses, então a gente tinha comprado pouca coisa ainda. Nem berço temos até agora. Nas nossas contas teríamos mais dois meses para comprar o resto do enxoval, mas elas nasceram antes", afirmou.
Além das oito meninas com Odair, Denir também três outros três filhos, de 18, 19 e 22 anos, de um relacionamento anterior. Ela também é avó de quatro crianças. O pai das bebês diz que tem duas tias gêmeas, mas nem por isso imaginava que a história pudesse se repetir em dose dobrada na família. "Nunca imaginamos que fosse acontecer com a gente. Mas, se Deus me deu quatro filhos de uma vez, o importante é ter saúde", ressaltou Denir.
 
Ajuda

 
A família das quadrigêmeas Elizabete, Eliza, Elizângela e Elizete precisa de doações para as recém-nascidas, já que prepararam enxoval para gestação de gêmeas. Por isso, uma campanha para recebimento de doações foi criada na segunda-feira (1º), pela maternidade Cândido Mariano.
Na maternidade, só no último fim de semana, foram arrecadados 68 pacotes de fraldas, mais de 100 peças de roupinhas, oito sapatinhos, pomada, mamadeira, bolsa, lenço umedecido, manta, travesseiro pequeno, além de roupas também para os outros filhos.
A maternidade informa que podem ser doadas fraldas, principalmente do tamanho RN (recém-nascido), e também P, M, e G. Roupas para meninas também serão aceitas.
As doações podem ser feitas diretamente na maternidade, localizada na rua Marechal Rondon, 2.644, Centro de Campo Grande. 

Casal tem outras quatro meninas (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS) 
 
Denir e Odair com outras quatro filhas que moram com eles 
 
(Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
 
 
G 1 

Morre o radialista Antoninho da Fronteira


Comunicador estava internado na CTI do hospital São Francisco

 
Por Ricardo Santuari 
 
O radialista, cantor e compositor Antoninho da Fronteira faleceu na manhã desta terça-feira (02/09), em Concórdia.  Ele estava internado no CTI do Hospital São Francisco há alguns dias, onde vinha realizando hemodiálise, em função de problemas nos rins.


A trajetória


Antoninho iniciou na radiodifusão em 1954, como um dos apresentadores do Programa "Roda do Chimarrão", na Rádio Rural de Concórdia, onde permanece até hoje. Além da Rural, atuou também na Rádio Salete, de Marcelino Ramos (RS). Paralelamente a carreira de comunicador, tornou-se conhecido no sul do País como cantor de estilo regional, principalmente da música gauchesca.
Antoninho, cujo nome de batismo é Antonio Ricardo Comassetto, nasceu em 04 de março de 1930 nas barrancas do Rio Ibicuí, em Santa Maria da Boca do Monte. Deixou sua terra natal ainda menino, para viver em Concórdia, no oeste catarinense. Seu pai, Ângelo Comassetto, foi um grande gaiteiro nos bailes do rincão. Por isso, Antoninho traz um estilo próprio de cantor campeiro, como um homem que nasceu com o dom de repentista e com a missão de cantar.
Iniciou sua atividade artística em 1954, como um dos integrantes do programa “Roda de Chimarrão”, ainda em atividade na Rádio Rural de Concórdia. Logo depois, Antoninho também começou a apresentar seu próprio programa, “Saudades da Minha Terra”, levado ao ar todos os domingos pela mesma emissora.
As composições, gravações e os muitos sucessos colecionados ao longo de sua trajetória musical deram origem também ao programa “Antoninho Canta na Rural”, dedicado às músicas do cantor e às interpretações de amigos e convidados.
O primeiro disco gravado por Antoninho data de 1972: o compacto “Saudades da Minha Terra”. Depois desse, vieram mais dois LPs e três CDs. Recentemente, Antoninho lançou um DVD em que reúne seus maiores sucessos em produção audiovisual.
Antoninho cultiva sua paixão pelo rádio, meio de comunicação em que leva sua mensagem ao Oeste catarinense, noroeste do Rio Grande do Sul e sudoeste do Paraná há 59 anos.

 

   

SITE COM DIFICULDADES


Devido ao mau atendimento da parte técnica local da OI e MH NET estamos tendo dificuldade em postar matérias neste site.

Pedimos desculpas por este ato involuntário da nossa parte.

Idosa que reagiu e matou assaltante no RS diz que atirou 'no susto'

Mulher de 77 anos é proprietária de uma padaria, que sofreu o ataque.
Ela diz que encontrou arma no estabelecimento e resolveu guardar.


A idosa suspeita de matar um assaltante em São Lourenço do Sul, na Região Sul do Rio Grande do Sul, disse que não sabia manusear uma arma e que atirou "no susto" no jovem de 24 anos. Segundo a polícia, Renilda Devantier, 77 anos, disparou contra o assaltante que tentou assaltar o mercado do qual é proprietária, a Padaria da Vovó, na noite de sábado (30), como mostra a reportagem do RBS Notícias (veja o vídeo).
Em 26 anos de trabalho, a idosa conta que já foi assaltada outras duas vezes. Mas pela primeira vez, reagiu a abordagem. “Não sabia mexer (no revólver). Não sabia que tinha bala lá dentro, mas isso foi assim, um medo que me deu, um susto, peguei sem querer, levantou, apertou, eu nem sei”, contou a comerciante.
A comerciante deve depor nesta terça-feira (2) na delegacia da cidade. Inicialmente o depoimento estava marcado para a tarde desta segunda (1), mas foi transferido porque a delegada Paula Vieira, que é titular da Delegacia de Canguçu, não poderia comparecer.
Conforme a Polícia Civil, a idosa relatou que estava atendendo a um cliente quando o assalto foi anunciado. Ela pegou uma arma que guardava no mercado e atirou contra o jovem, atingindo o pescoço e o braço dele.
O assaltante chegou a ser atendido e levado ao hospital, mas morreu momentos depois. O jovem não tinha ficha criminal. "Em princípio, parece se enquadrar em uma legítima defesa clássica", avalia o advogado Alexander Morales Nogueira, que representa a idosa. Ele não deu detalhes sobre como fará a defesa porque não teve acesso ao inquérito.

Idosa de 78 anos matou assaltante em São Lourenço do Sul, RS (Foto: Reprodução/RBS TV)
 
Idosa reagiu e matou assaltante em São Lourenço
do Sul, RS 
 
(Foto: Reprodução/RBS TV)
 
 
A polícia abriu um inquérito, está ouvindo testemunhas e apurando os fatos. Somente no fim da investigação será concluído se a idosa agiu ou não em legítima defesa. A polícia ouviu familiares e o cliente que presenciou o fato. O conteúdo dos depoimentos, no entanto, não foi revelado.
A idosa não depôs no final de semana porque foi hospitalizada em estado de choque. No domingo (31), já estava em casa. O neto Régis Alexandre Klumb diz que ela passa bem. "Está um pouco em estado de choque, mas está bem", afirmou.
Na manhã de domingo (31), o Instituto-Geral de Perícias foi até a padaria. Segundo o órgão, a idosa disse que a arma usada foi guardada após um cliente esquecer no mercado. Ela informou que encontrou o objeto e resolveu guardar. Ela relatou que há anos, em outro assalto, criminosos tentaram afogá-la em um vaso sanitário, de acordo com o neto.


G1 RS 

Estado de bebê que nasceu após mãe sofrer acidente é gravíssimo

Segundo hospital onde criança está internada, quadro inspira cuidados.
Acidente aconteceu no final da tarde de domingo, na BR-282, no Oeste.

 

O estado clínico do bebê que nasceu após a mãe sofrer acidente de carro é considerado gravíssimo, informou no final da tarde desta segunda-feira (1º). Ele está internado no Hospital Regional São Paulo, de Xanxerê, no Oeste catarinense. A criança nasceu no domingo (31) e segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da entidade. O quadro do recém-nascido inspira bastante cuidados.

Quando bombeiros chegaram, grávida ainda estava viva (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
 
 Quando bombeiros chegaram, a grávida ainda
estava viva 
 
(Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
 
 
O acidente aconteceu no final da tarde de domingo (31), na BR-282, em Cunha Porã, no Oeste catarinense. No veículo acidentado, estavam o homem de 26 anos e a esposa de 30, que estava grávida de nove meses. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista perdeu o controle da direção, saiu da pista e bateu em uma árvore. A batida foi do lado da passageira.
O Corpo de Bombeiros informou que a mulher sofreu politraumatismo, mas ainda apresentava sinais vitais dentro do veículo. Ela teve uma parada cardiorrespiratória durante o resgato e foi levada, já sem vida, para o Hospital São José, em Maravilha, onde os médicos conseguiram fazer o parto do bebê.
Para tentar salvar a vida do bebê, foi feita uma cesariana, explicou o médico-cirurgião Eduart Grellman, que fez o atendimento. Ele contou que, ao nascer, a criança teve uma parada respiratória, que foi revertida. Desde então, a criança segue internada na UTI.
O corpo da mãe foi enterrado nesta segunda-feira (1º) no município de Cunha Porã, onde a família mora. O pai, que dirigia o carro no momento da colisão, sofreu ferimentos leves e chegou a ser internado, mas deixou o hospital ainda na noite de domingo.

G1 SC 

Alemão que matou esposa em SC é condenado a 18 anos de prisão

Assassinato ocorreu em julho de 2012 e homem estava detido desde então.
Tribunal do Júri da Comarca de São Francisco do Sul julgou caso. 

 

O alemão Joachim Becker, de 72 anos, foi condenado a 18 anos de prisão por matar a esposa para assumir um relacionamento com a amante brasileira em julho de 2012, em São Francisco do Sul, no Norte catarinense. Ele está detido no presídio do município desde novembro daquele ano.
A sentença foi dada pelo Tribunal do Júri da Comarca da cidade na quinta passada, dia 25 de julho. Segundo o delegado Gustavo Trevisan, que foi responsável pelo inquérito através da Polícia Federal (PF), a também alemã Walburga Cacilia Christina Becker, de então 71 anos, foi morta em um matagal da Praia Grande, um local de reserva ambiental em São Francisco do Sul, com três tiros na cabeça. No dia 6 de julho, possível data de morte, foi rastreada uma ligação do celular de Joachim no local do crime. 

Walburga e o marido Joachim, acusado de matá-la em São Francisco do Sul  (Foto: Promotoria de Justiça/Divulgação)
 
Walburga e o marido Joachim, acusado de matá-la
em São Francisco do Sul
 
(Foto: Promotoria de Justiça/Divulgação)
 
 
O homem era professor aposentado e residia em um motorhome. Ele não tinha residência fixa e já estava há alguns anos na América Latina. Walburga morava na Alemanha e encontrava anualmente com o marido. Conforme relato de Joachim, em 29 de junho de 2012, os dois teriam se desentendido e, enquanto ele tomava banho em um posto de gasolina na BR-101 em Itajaí, no Vale, ela teria fugido.
No dia 4 de julho, no entanto, Walburga teria enviado um e-mail para os filhos, escrito a partir de uma lanhouse de São Francisco do Sul, dizendo que estava bem, na companhia do marido.
Segundo a Justiça, depois do assassinato, o homem deu diversas versões contraditórias sobre o desaparecimento da esposa. Os filhos do casal acionaram a polícia alemã para investigar o caso, que contou com o auxílio da Polícia Federal brasileira.
Ao confessar o crime, Joachim afirmou ter conhecido uma mulher, com quem manteve um relacionamento afetivo, após o desaparecimento da mulher. A amante, de 53 anos, morava em Blumenau, no Vale do Itajaí e namorava Joachim há alguns anos, segundo o delegado da PF.
Os restos mortais da mulher foram enviados à família na Alemanha em 2013. Os advogados de defesa ainda podem recorrer decisão no Tribunal de Justiça. Não foi solicitado pelo governo alemão a extradição do acusado.
O inquérito da PF, que foi filmado e teve o auxílio de uma tradutora para os depoimentos, pois Joachim não fala português, foi concluído em agosto de 2012.  O Ministério Público Estadual entrou com uma ação penal de competência de júri no mesmo mês, julgada agora em  agosto de 2014.


G1 SC 

Jovem assalta mulher em carro e espera vítima retirar filho do veículo

Ação aconteceu na noite desta segunda (1º) no município de Tijucas.
Outro suspeito conseguiu fugir; veículo foi encontrado na BR-101.

Um jovem de 18 anos foi preso na noite desta segunda-feira (1º) suspeito de assaltar suspeito de roubar um carro no município de Tijucas, na Grande Florianópolis. Segundo a Polícia Militar, ele e outro rapaz - que conseguiu fugir - esperaram uma mulher retirar o bebê do veículo, entraram e foram embora.

Agentes perseguiram assaltantes e prendeu um deles; outro conseguiu fugir (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
 
Agentes perseguiram assaltantes e prendeu um
deles; outro conseguiu fugir
 
(Foto: Polícia Militar/Divulgação)
 
 
A PM informou que os dois chegaram armados perto da vítima por volta das 20h no bairro Jardim Porto Belo e anunciaram o assalto. No momento da ação, ela estava dentro do carro com o filho se preparando para dar a partida.
O marido dela chamou a polícia e começou a perseguição na BR-101 em direção a Balneário Camboriú, para onde os suspeitos foram. O carro foi deixado na rodovia e um deles conseguiu escapar.
De acordo com informações da PM, o jovem detido levava um revólver e tem 29 passagens pela polícia, incluindo receptação, tráfico e porte ilegal de arma. Até as 22h desta segunda (1º), o outro assaltante não havia sido capturado.


G1 SC 

Sandero Stepway aparece no salão de Moscou com 'cara' de brasileiro

Modelo aparece com logo da Renault, como o futuro brasileiro.
Hatch será lançado no Salão do Automóvel, já como linha 2015.

Renault Sandero Stepway (Foto: Divulgação) 
Renault Sandero Stepway 
 
(Foto: Divulgação)
 
 
A Renault apresentou a versão aventureira do Sandero no salão do automóvel de Moscou, que vai até o próximo dia 7. Por lá, o Stepway apareceu com o logotipo da marca francesa, do mesmo jeito que deve ser comercializado no Brasil. Até então, ele era conhecido apenas com a frente da divisão Dacia.
Por enquanto, o Sandero Stepway é vendido com o visual antigo no mercado brasileiro, mas a reestilização deve chegar também para ele no Salão do Automóvel de São Paulo, no final de outubro, mantendo suspensão elevada e rack de teto.
A motorização, assim como nas outras versões do Sandero serão mantidas, com 1.6 8V de 106/98 cavalos e 1.6 16V, de 112/107 cv. A novidade será a nova caixa automatizada de cinco marchas no lugar da automática de quatro velocidades.
Renault Sandero Stepway (Foto: Divulgação) 
 
Renault Sandero Stepway 
 
(Foto: Divulgação)
 
 
G 1